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Fomento florestal atrai pecuaristas no RS
Aos 53 anos, o gaúcho José Mauro Maica, pequeno pecuarista e presidente do maior Centro de Tradição Gaúcha (CTG) de Rosário do Sul, à 386 quilômetros de Porto Alegre, faz novos planos de vida. Com a notícia de que a fabricante européia de celulose e papel Stora Enso está disposta a fazer o plantio de eucaliptos na fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, ele planeja quebrar uma tradição: estuda utilizar parte das terras da família, hoje dedicadas a criação de bois e ovelhas, para o cultivo de árvores.
"Estou pensando em aderir à proposta da empresa", diz Maica, em meio a um bosque de eucaliptos plantados em fileiras. Grandes empresas de celulose estão acenando com uma alternativa de renda extra aos gaúchos. Com a perspectiva de ocupar o espaço de uma economia regional assolada por sucessivas crises na agricultura e na pecuária, as companhias prometem investimentos bilionários no cultivo de eucaliptos, na produção de celulose voltada à exportação e, num futuro remoto, na fabricação de papel.
Os investimentos de Stora Enso, Votorantim e possivelmente Aracruz devem somar mais de US$ 3 bilhões nos próximos dez anos no Rio Grande do Sul. No vizinho Uruguai, cuja paisagem se assemelha ao Sul do Brasil, duas empresas, a finlandesa Metsa-Botnia e a espanhola Ence, planejam investir mais US$ 1,6 bilhão.
Fonte: Valor Econômico
"Estou pensando em aderir à proposta da empresa", diz Maica, em meio a um bosque de eucaliptos plantados em fileiras. Grandes empresas de celulose estão acenando com uma alternativa de renda extra aos gaúchos. Com a perspectiva de ocupar o espaço de uma economia regional assolada por sucessivas crises na agricultura e na pecuária, as companhias prometem investimentos bilionários no cultivo de eucaliptos, na produção de celulose voltada à exportação e, num futuro remoto, na fabricação de papel.
Os investimentos de Stora Enso, Votorantim e possivelmente Aracruz devem somar mais de US$ 3 bilhões nos próximos dez anos no Rio Grande do Sul. No vizinho Uruguai, cuja paisagem se assemelha ao Sul do Brasil, duas empresas, a finlandesa Metsa-Botnia e a espanhola Ence, planejam investir mais US$ 1,6 bilhão.
Fonte: Valor Econômico
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