Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Ibama e GTA lançam em janeiro terceira edição de cartilha sobre fogo
O Ibama e o Grupo de Trabalho Amazônico - GTA lançam em janeiro a terceira edição da cartilha 'Fogo bom é fogo controlado' criada no âmbito do projeto Proteger II com o objetivo de ajudar a estabelecer práticas adequadas para o uso do fogo para fins agropecuários na Amazônia Legal.
A cartilha destina-se aos pequenos agricultores familiares, extrativistas e comunidades indígenas atendidas pelo projeto. Com a terceira edição de 15 mil exemplares, subirá para 35 mil o número de cartilhas em circulação na região alvo do trabalho de conscientização.
Concebida para um público com baixo índice de escolaridade, a cartilha é ricamente ilustrada com situações do dia-a-dia das populações amazônicas que, de alguma forma, lidam com o problema do fogo, seja do ponto de vista do uso ou das conseqüências dos incêndios florestais. A linguagem escolhida pela educadora Carmen Figueiredo, autora da publicação, privilegia o bom humor ao invés de optar pelos velhos clichês dramáticos e das proibições legais. O traço inigualável do cartunista Adão Iturrusugarai dá leveza a um tema normalmente 'árido' e tratado com sisudez.
"Foi uma escolha sensível, já que o bom humor agrega e atrai as pessoas para as discussões. É preciso criar vínculos afetivos no processo de conscientização. São esses vínculos que permitem as trocas simbólicas", ensina a autora. Além de distribuir as cartilhas, os técnicos das instituições patrocinadoras promovem discussões e debates com as comunidades. Seguem-se ainda treinamentos e cursos para preparar as populações amazônicas a usar corretamente o fogo.
"O uso do fogo é indissociável das práticas agrícolas tradicionais na Amazônia seja por razões culturais ou econômicas, já que o fogo é a alternativa mais barata para a limpeza de áreas para agricultura e pecuárias pelos povos da floresta", explica Ari Nogueira, coordenador do Proarco, o programa do Ibama que trabalha com o objetivo de monitorar as queimadas e ajudar a evitar os incêndios florestais na região.
Segundo Nogueira, a educação e a prevenção têm papel fundamental na formação de uma nova mentalidade em relação ao fogo. "Já que as populações amazônicas utilizam tradicionalmente o fogo como prática agrícola, nosso papel é orientar sobre a maneira correta como isso pode ser feito e a cartilha é um excelente instrumento", diz.
Fonte: Ibama – 03/12/2004
A cartilha destina-se aos pequenos agricultores familiares, extrativistas e comunidades indígenas atendidas pelo projeto. Com a terceira edição de 15 mil exemplares, subirá para 35 mil o número de cartilhas em circulação na região alvo do trabalho de conscientização.
Concebida para um público com baixo índice de escolaridade, a cartilha é ricamente ilustrada com situações do dia-a-dia das populações amazônicas que, de alguma forma, lidam com o problema do fogo, seja do ponto de vista do uso ou das conseqüências dos incêndios florestais. A linguagem escolhida pela educadora Carmen Figueiredo, autora da publicação, privilegia o bom humor ao invés de optar pelos velhos clichês dramáticos e das proibições legais. O traço inigualável do cartunista Adão Iturrusugarai dá leveza a um tema normalmente 'árido' e tratado com sisudez.
"Foi uma escolha sensível, já que o bom humor agrega e atrai as pessoas para as discussões. É preciso criar vínculos afetivos no processo de conscientização. São esses vínculos que permitem as trocas simbólicas", ensina a autora. Além de distribuir as cartilhas, os técnicos das instituições patrocinadoras promovem discussões e debates com as comunidades. Seguem-se ainda treinamentos e cursos para preparar as populações amazônicas a usar corretamente o fogo.
"O uso do fogo é indissociável das práticas agrícolas tradicionais na Amazônia seja por razões culturais ou econômicas, já que o fogo é a alternativa mais barata para a limpeza de áreas para agricultura e pecuárias pelos povos da floresta", explica Ari Nogueira, coordenador do Proarco, o programa do Ibama que trabalha com o objetivo de monitorar as queimadas e ajudar a evitar os incêndios florestais na região.
Segundo Nogueira, a educação e a prevenção têm papel fundamental na formação de uma nova mentalidade em relação ao fogo. "Já que as populações amazônicas utilizam tradicionalmente o fogo como prática agrícola, nosso papel é orientar sobre a maneira correta como isso pode ser feito e a cartilha é um excelente instrumento", diz.
Fonte: Ibama – 03/12/2004
Fonte:
Notícias em destaque

Petrobras faz parceria com o BNDES para fortalecer mercado de créditos de carbono
Objetivo do programa é recuperar até 50 mil hectares de floresta e capturar cerca de 15 milhões de toneladas de carbono
O...
(CARBONO)

Tecnologia de fábrica melhora uso de eucalipto que não vira celulose
Setor é reconhecido por automação no processo industrial. Eldorado aperfeiçoou uso de madeira inservível
A...
(TECNOLOGIA)

Projeto desenvolve ações de controle do pinus em campos naturais da Serra do Tabuleiro
As espécies exóticas invasoras são um desafio para a biodiversidade. Entre elas estão as árvores conhecidas...
(GERAL)

Silvicultura ‘abre portas’ para mulheres na universidade e contribui para o desenvolvimento sustentável
A região do Bolsão em Mato Grosso do Sul é um celeiro de oportunidades para o desenvolvimento profissional e pessoal. O...
(SILVICULTURA)

Setor florestal lamenta o falecimento do engenheiro Laércio Couto
A notícia de sua morte gerou comoção entre amigos, ex-alunos e colegas
Colegas de profissão, pesquisadores e...
(GERAL)

Madeira transparente e resistente é feita com arroz e clara de ovo
Madeira semitransparente feita com materiais naturais, podendo ser usada em aplicações que vão desde sensores...
(MADEIRA E PRODUTOS)